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COMO ASSINA UM MAÇOM?

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O uso dos ∴ nas abreviaturas remonta ao tempo dos Gregos e dos Romanos. No tempo destes últimos, o seu uso tornava os textos tão ininteligíveis que o imperador Justiniano proibiu-o.

Bernard Clavel, escritor francês, refere que o uso de abreviaturas foi mais evidente em França e em países de língua francesa, como a Bélgica, a Suíça, o Haiti ou mesmo a Louisiana nos EUA.

Os Ingleses, os Escoceses, os Irlandeses e os Alemães tinham por hábito usar um só ponto para abreviar. No final do séc. XVIII, por razões de comodidade, simplificação e alguma discrição, a abreviatura maçónica com 3 pontos tornou-se mais frequente. Era frequentemente usada em Franco Maçonaria para tornar a palavra ininteligível para o leitor profano.

A MÚSICA E A MAÇONARIA

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Há pelo menos 3 coisas na vida que nunca se perdem ou esquecem. O vigor da palavra, a sensação do perfume mais querido e a música que mais nos toca no coração.

A música crava um conceito numa caminhada em contraciclo à ampulheta vertiginosa de que se faz hoje o tempo no mundo. "O mundo vive um momento material e eu preciso de abrigar-me numa espiritualidade”.

Sartre dizia que o que resgata a humanidade ao túmulo da efemeridade é a palavra. O que fica escrito, escrito está. E o que...

A Maçonaria e o Iluminismo

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A História fala-nos de um período em que o Homem abandona gradualmente as trevas, os dogmas da Religião e torna a Razão - “a Luz da Razão” - no centro do pensamento, da filosofia e do conhecimento.

O “Século das Luzes” tem início com o dealbar do século XVIII na Europa, sendo que alguns historiadores situam o seu início já na década de 1620. Tradicionalmente, pontua-se por dois acontecimentos históricos em França: a morte de Luis XIV (1715) e a Revolução Francesa (1789).